quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O que fez de mim, solidão?

Um coração solitário
sem ao menos enxergar a triste estrada no anoitecer

Nunca encontra outro destino
Será sua sina, ter uma companheira de viagem,
amada solidão?

Ironia da vida
Pobre coração que se tornou prisioneiro de ti
minha amada solidão

Fiz votos de matrimônio para nunca lhe trair,
nem ao menos sonhar com a tal felicidade

E contigo, solidão
te mostrarei eterna omissão

O que trago no coração é o penar das eternas lembranças
Pobre, que vive na prisão

Por tanto se entregar aos pedidos do amor
acabou nos braços alheios e frios da dor
quem sabe muito bem estar só

 Por: Jessica Alonso

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